(7) Rodrigo Santos – Um pouco mais de calma / Nunca Desista do seu Amor O primeiro a dar sinal de vida após as novas férias do Barão foi o baixista, que surpreendeu com um trabalho folk e boas canções. Empate técnico entre as duas melhores do disco.
(6) CSS – Alcohol O CSS passou o ano colhendo os frutos do sucesso e sendo finalmente reconhecido por aqui. O disco é 2006 mas como o clip de “Alcohol” saiu esse ano, vale como 2007.
(5) Canastra - Chega de Falsas Promessas No quinto lugar, o manifesto bem humorado do Canastra, um mantra a ser repetido nas armadilhas do nosso dia a dia.
(4) Cooper Cobras – Um Passo pra Trás Com o disco prometido para Janeiro de 2008 mas já discretamente em streaming no site em 2007, o rockpracaralho do Cooper Cobras periga chegar na lista do ano que vem de novo.
(3) Stuart – Pés no Chão Muito na surdina o Stuart seguiu divulgando seu disco de estréia. “Pés no Chão” encarna como ninguém o espírito mochileiro.
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(2) Nação Zumbi – Do Olimpo “Todos os dias fazem Deuses, alguns menores e outros maiores, do que vocêêê”. A música mais bonita do melhor disco do ano.
(1) Nação Zumbi – Bossa Nostra O single do disco do ano. Não tem jeito, 2007 foi deles.

(3) Lasciva Lula – Sublime Mundo Crânio Presença constante desde o seu lançamento na playlist aí ao lado, “Sublime Mundo Crânio” marcou a estréia do Lasciva Lula em CD (após quatro EPs que dariam um disco igualmente excelente) e evidenciava que a hora do Lasciva tinha chegado. O óbvio não aconteceu e a banda se despediu no final do ano. Mas a obra fica.
(1) Nação Zumbi – Fome de Tudo No finalzinho do ano apareceu o melhor disco do ano. Foram dez anos nessa formação e vários discos para que a Nação finalmente chegasse no ponto. Com o auxílio mais que luxuoso do beastie boy honorário Mario Caldato na produção, “Fome de Tudo” trouxe o equilíbrio entre peso, groove, excelentes letras, melodias e refrões. Impossível não se render já na primeira audição à abertura com “Bossa Nostra”, e com o tempo não tirar mais da cabeça a belíssima “Do Olimpo”, “Infeste” e “Nascedouro”. O voto mais certo do ano.
(3) Amy Winehouse – Back To Black Nem só de “Rehab” vive Amy Winehouse. Não, não, não. Muito pelo contrário. A alma soul sixties que transborda em pérolas como “Tears Dry on their Own”, “You Know I’m no Good” e a faixa título fizeram o disco não sair do player por uma boa parte do ano.
(2) Radiohead – In Rainbows Não fosse a Liga da Justiça montada por Jeff Tweedy, não tinha para ninguém. O Radiohead sempre que aparece faz barulho, mas dessa vez eles se superaram. Além de toda a revolução mercadológica, através do método “pague o quanto quiser”, a banda veio com um discão. Para ser apreciado de ponta a ponta, sem pausas. De “15 step” a “Videotape” (e principalmente ela), In Rainbows flui bem demais.
(1) Wilco – Sky Blue Sky Ninguém podia prever o próximo passo da banda. Dos anos alt country à desconstrução noise de Jim O’Rourke, as opções eram quase ilimitadas. E mesmo assim o supergrupo liderado por Jeff Tweedy optou pela simplicidade. Não que o novo line-up (com destaque para Nels Cline) não tenha dado o requinte que cada canção pedia, mas a força maior segue nas composições de Tweedy. Ainda bem. Disco do ano.
(3) Arctic Monkeys – Fluorescent Adolescent – Outra banda que não passou brilhantemente pelo teste do segundo disco, o Arctic Monkeys parece ter concentrado todas as suas forças em uma das melhores canções do ano. “The best you ever had, the best you ever had…”
(2) Amy Winehouse – Rehab – Às vezes precisa mais do que a canção para se tornar música do ano. E até quem não gosta de música conheceu Amy Winehouse e cantou “Rehab” em 2007. Se a música já tinha saído lá fora no fim do ano passado, foi só nesse ano que tomou de assalto as FMs e pistas.
(1) Rihanna – Umbrella - Mais inevitável que Amy só Umbrella. Um rap com a participação de Jay-Z, uma letra até boba (pueril?) e uma melodia fantástica. Ouvi por onde passei em 2007. Ê-ê-ê.
