Posts filed under 'cinema'

Gunnin’ for that #1 spot

Ou “Lutando pelo primeiro lugar”.

Um filme sobre oito jogadores basquete tentando fazer vingar na quadra mais famosa do Harlem, Rucker Park, de onde saíram vários astros da NBA. A razão da presença do trailer nesse blog? O documentário é dirigido pelo estreante Adam Yauch, também conhecido como o mais maneiro dos Beastie Boys. Boa pedida pro Festival do Rio!

site: http://www.gunninmovie.com/


1 comment Junho 6, 2008

Lemmy, the movie

Finalmente uma das maiores figuras da História do Rock e o responsável pelo show mais ensurdecedor que já assisti (Metropolitan/Citibank Hall, não lembro o ano) será eternizado no cinema. Lemmy, o filme. Em 2009.


1 comment Junho 3, 2008

Teaser do novo do Kevin Smith

Nessa madrugada agitada surgiu mais um vídeo: o teaser do próximo filme de Kevin Smith, “Zack and Miri Make a Porno”. O filme já está tendo exibições-teste e só estréia mesmo em Outubro (ou depois). E o teaser, o próprio Kevin garante, é composto apenas por imagens que não entraram no filme. Ainda assim, vale à pena.

http://www.quickstopentertainment.com/


1 comment Maio 30, 2008

Young People Fucking

Não dá para prever o quanto esse blog vai subir de acessos via mecanismos de busca após este post. Melhor ainda é que “Young People Fucking” é uma promissora comédia romântica canadense sobre sexo que tem feito bonito nos festivais lá fora. Já assegurou distribuição nos Estados Unidos e Canadá e talvez até passe aqui sem muito estardalhaço se o pessoal da tradução vier com um título mais ameno. Detalhes: http://ypfthemovie.com/


Add comment Abril 23, 2008

Rolling Stones - Shine a Light

A resenha chega alguns dias depois da sessão mas não menos empolgada. “Shine a Light”, um show dos Rolling Stones filmado/dirigido por Martin Scorsese, é uma super bola dentro. Aparentemente a mídia por aí não engrossa muito esse coro, mas esse fã aqui saiu tremendamente satisfeito do cinema.

O lado documentário praticamente só aparece para quebrar um pouco as belíssimas imagens das duas noites no Beacon Theatre de Nova York. Ao todo, não devem representar 15 minutos de fita. Além de cenas já clássicas da banda, uma ou outra coisa dos bastidores do show dá as caras, quase que só para demonstrar a insatisfação de Martin com a banda nos estágios de pré-produção do filme.

O repertório é obviamente um show à parte. Ainda que decidido quase em cima da hora, configura um excelente show. “Shattered” e especialmente o standard “Just My Imagination”, que não davam as caras desde o ao vivo “Still Life” (1982), aparecem em versões praticamente definitivas. A melhor música da banda, “Tumbling Dice”, também não fica de fora.”Some Girls” reaparece no repertório após décadas com uma ligeira troca na letra, direcionada a Luciana Gimenez.

As participações especiais, uma velha artimanha da banda para sempre parece up-to-date com o mundo do rock, não acrescentam muito. Jack White aparece bastante contido e Cristina Aguillera leva uma bela encoxada de Mick Jagger, substituindo Lisa Fisher, a backing da banda, que costuma dar o show em “Live With Me”. Buddy Guy é obviamente um capítulo à parte e leva a casa abaixo com “Champagne & Reefer”.

Martin também teve o mérito de achar novos enfoques para a experiência que é os Stones ao vivo. A maior das sacadas é uma liberdade na mixagem do áudio, realçando alguns detalhes do instrumentista em destaque. Dessa forma é possível ouvir arranjos de Keith Richards que até então, por melhor que fossem as gravações, não vinham à tona. Keith também é o destaque na hora de mostrar a interação entre os quatro no palco, totalmente gaiato. Mick Jagger segue o performer carismático e incansável de sempre, com todas as cabeças do público seguindo seus passos com a precisão e atenção de um público de partida de tênis atrás da bolinha. Vale a menção para a primeira fila do show, uma seleção artificial de tão exagerada de  modelos, que ao menos fizeram valer o cachê e não param de dançar um só segundo.

As mais de duas horas de filme passam rápido, com a bela fotografia segurando a onda num show sem muitos recursos cênicos, a não ser uma mudança de luz aqui e ali. Veja enquanto está no cinema.


Add comment Abril 10, 2008

I met the Walrus

Esse curta chamou a atenção durante o Oscar de semana passada. “I Met the Walrus” não levou a estatueta de melhor curta animado (um remake de “Pedro e o Lobo” acabou vencendo) mas acabou chamando a atenção dos fãs de Beatles que ainda não tinham sido avisados da pérola. Aos 14 anos, o produtor do filme Jerry Levitan convenceu John Lennon a conceder-lhe uma entrevista. O áudio, inédito até então, ganhou uma excelente intepretação na mão de dois animadores.  Como e quando passa por aqui, não dá para saber.


Add comment Março 3, 2008

Final de Semana de Oscar

oscar.jpgOscar mais imprevisível dos últimos tempos (palavra de quem acertou “Crash“). É impossível não recorrer ao lugar comum numa premiação que sempre segue uma lógica toda própria. Se a tal da premiação por merecimento anterior não existisse, como justificar os prêmios máximos para “Os Infiltrados” (e não “Taxi Driver”) e “Senhor dos Anéis - O Retorno do Rei”?
O selo de “Filme Vencedor do Oscar” pesa demais, e como acreditar que ele vai parar na mão dos dois favoritos (e melhores!) “Sangue Negro” e “Onde os Fracos Não Têm Vez“? O primeiro, nosso favorito pessoal, conta a história de Daniel Plainview, praticamente a reencarnação do Diabo. Num Leblon 2 semi-cheio já teve gente abandonando… Já no filme dos Irmãos Coen a ultraviolência atrapalha os planos de agraciamento, além de um final sutil demais para o público médio.
Premiar “Michael Clayton” (que eu não sabia que tinha assistido sob mais um título lugar-comum, “Conduta de Risco”) é meio sem graça dentro de todas as opções, mas é um filme que ostentaria o título sem gerar cobranças do público. Algo como quando o Carnaval Carioca premiava os ditos “desfiles técnicos”. Não descarto.
Passando direto por “Atonement” (”Desejo e Reparação”!), que não coube na agenda, chegamos a “Juno“. Seria a chance de premiar, com um ano de atraso, o formato “indie para todos os públicos”, deslanchado pelo não-premiado “Pulp Fiction” e recentemente injustiçado em “Pequena Miss Sunshine”. Será? Discodeplatina dá 60% de chances para “Juno”, 20 para “Michael Clayton” e 10 para “Sangue Negro” e “Onde os Fracos Não Têm Vez”. Se “Sangue Negro” ganhar (a trilha sonora é uma obrigação!), o mundo é um lugar bom e justo.


Add comment Fevereiro 23, 2008

O novo de Shyamalan

Chegou a vez do apocalipse de M. Night Shyamalan. Num ano que já teve Will Smith legendário passeando por uma Nova York deserta e a mesma ilha destruída e com a Estátua da Liberdade decepada em Cloverfield, eis que na Sexta-Feira 13 de Junho o diretor de “Corpo Fechado” e “A Vila” mostra como preferia acabar com o mundo. “The Happening” apresenta o irmão de New Kid on the Block e eterno “Marky Mark and the Funky Bunch” Mark Wahlberg num enredo aparentemente baseado numa catástrofe climática. É um pouco de overdose já (lembra muito a virada do milênio com todos aqueles Armaggedons), mas enfim…

trivia: O irmão de Mark, o New Kids Donnie Wahlberg, aparece no “Sexto Sentido” como o paciente que, descobrimos no final do filme, matou Bruce Willis.


Add comment Fevereiro 22, 2008

Cloverfield - Monstro

Sábado à noite, sala lotada. Os créditos sobem e alguém não se segura: “É o pior filme que já na vida!”. Antes dele, mais uns tantos já haviam abandonado a sessão na metade. Pois é, lançaram Cloverfield, o aguardado e marketado novo filme de J J Abrahms no Brasil, e ainda resolveram incluir um adendo ao título: MONSTRO.

Mesmo assim, e com os jornais definindo (com razão) a película como uma mistura entre Bruxa de Blair e Godzilla, a sala lotou de desavisados. Quem se interessar pelas referências ligadas ao filme com certeza não vai se decepcionar. O restante vai continuar saindo no meio. Pra gente aqui de discodeplatina, recomendadíssimo! Bem escrito, realizado, claustrofóbico e assustador na medida certa da diversão.


2 comments Fevereiro 12, 2008

I Am Legend

Longe de discodeplatina virar um blog de cinema, e ainda por cima estrear falando de um filme pipoca. Mas as referências musicas de “I Am Legend” não podiam passar em branco.

Primeiramente, na história, o personagem de Will Smith é um obcecado por Bob Marley. O cinema até riu quando Will descobre que Marley não é uma referência de toda a nova geração, o que é algo muito provável, principalmente fora do Brasil. O filme é quase todo silencioso, e só se ouve Bob nos outros momentos.

mikepatton.jpgMas a grande surpresa e motivo desse post aparece nos créditos. O sujeito responsável pelo som dos animais no filme aparece listado como elenco e não como efeitos sonoros. E seu nome é Michael A. Patton, ou Mike Patton para nós. O mesmo que veio com o Fantomas pro Claro que é Rock e com o Faith No More umas trocentas vezes. E fez todo o sentido! Lembrou mesmo as coisas mais experimentais dos discos solos do cara. Deu até vontade de rever o filme.


1 comment Janeiro 19, 2008

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