Pois é, ontem foi ao ar (lá fora) mais um season finale de LOST. Mais uma vez vamos ficar quase 9 meses sem novos episódios. Agora faltam apenas duas temporadas e tudo estará resolvido (quiçá explicado). Para o encerramento de ontem, no melhor estilo final-de-novela-das-oito, foram preparadas três versões da última cena. Para quem já viu, segue o vídeo com as outras duas hipóteses.
Logo na reestréia do programa do Jô a primeira convidada foi Mallu Magalhães. Ainda não falamos muito dela por aqui, mas enfim, claro que discodeplatina está ligado no fenômeno. Mallu lotou o Cinematheque na Sexta passada durante o Festival Evidente, na próxima a gente confere. Em quatro partes, segue a entrevista.
O pacote com o DVD apareceu na redação de discodeplatina trazendo a dúvida. Com estréia marcada para a próxima Quarta-Feira, às 23 horas, no Universal Channel, “Greek” chega ao Brasil sem muito estardalhaço. A intenção do canal de divulgar a série antes para blogs e também veículos mais tradicionais mostra uma confiança extra na qualidade do produto, ao mesmo tempo que o horário de apresentação afasta um pouco do público potencial.
Mas o que é “Greek”? O título em si já explica quase tudo: a série gira em torno de uma faculdade americana e todas as suas fraternidades (sempre nomeadas a partir do alfabeto grego). Os dois primeiros episódios parecem com qualquer filme dos anos 80/90 sobre o gênero. Mais do mesmo? Com certeza, mas o estilo tem fãs (dp incluso), e fazia tempo que não apareciam novidades na área (exceção mais que honrosa para “Superbad“).
No fim das contas, “Greek” tem de tudo para agradar, com um protagonista razoavelmente carismático até agora, Rusty Cartwright, e um universo que inclui um roomate nerd e sua irmã, que participa de uma fraternidade e namora um figurão de outra, tendo um ex- influente em uma terceira. Citações a “Gilmore Girls” e outras séries e uma festa movida a We Are Scientists fazem a alegria de qualquer moderno, facilmente fisgável por essas referências. Os dois episódios deram vontade de seguir a série. Para quem perder, as reprises são às Quartas às 23 horas e Sábados às 20.
Após cinco anos no ar com Saturday Night Live, chegou a hora de Fred Armisen brilhar. O comediante, que chegou a integrar o Blue Man Group, foi ganhando gradativamente espaço no seriado. De artista estreante a primeiro nome creditado na nova temporada, a sorte chegou no momento certo para ele: na reestréia pós-greve dos roteiristas, o homem que criou Fericito levou o papel mais cobiçado do ano: ele agora é o Senador Barack Obama nas paródias do SNL, a maior garantia possível de presença no ar com destaque pelo resto do ano. Falta fazer um filme de responsa. Assim que decolar, a bola da vez passar a ser Andy Samberg (que já teve seu filme solo mas ainda luta por espaço). Anotem.
É hoje! Às 14h30 (com reprise às17h30) a HBO passa pela primeira vez num horário decente “The Devil and Daniel Johnston“. Uma excelente opção para quem gosta de música, para quem gosta de rock, para quem quer conhecer uma história muito diferente e até para quem quer cultivar um novo ídolo. Para não sair de novo contando todas as histórias do filme, talvez sirva de credencial o fato de Kurt Cobain não parar de usar a camisa de Daniel no auge do sucesso ou de Wilco e Teenage Fanclub terem regravado o cara. Também curioso o fato de Daniel se comunicar com os amigos por fitas, gerando um acervo histórico único. E está tudo no documentário! Imperdível!
Depois, quando você sair correndo para a Grande Rede atrás de material do cara, saiba que a tal Stress Records perdeu o nome para um selo de eletrônico. Além do clássico-mor “Hi, How Are You?”, vale muito conferir “Fun”(1994), o único lançamento major e com uma produção muito interessante.
Que Janeiro, hein? Como se a programação de shows já não fosse suficiente, a TV a cabo tem ajudado a cobrir os (poucos) horários vagos. Além de The Devil and Daniel Johnston (que ganha um post semana que vem), na véspera de mais uma exibição na HBO, a VH1 tem oferecido os RockDocs. O último, com reprises essa Quinta 15h, Sábado e Domingo 18h, se chama I trust you to kill me e conta a história da primeira tour pela Europa de Rocco DeLuca and the Burden. O grande atrativo do competente quarteto, é o empresário e na época tour manager da banda Kiefer Sutherland, o meu, o seu, o nosso Jack Bauer.
A história é mais ou menos essa: consagrado por 24 horas, Kiefer resolveu montar um selo para lançar bandas de rock. Se apaixonou pelo som de Rocco DeLuca e se dispôs a lançar seu primeiro disco. Rocco é de fato extremamente talentoso, tanto como guitarrista quanto como vocalista, e apresenta mesmo potencial para o estrelato. Antes do lançamento do disco Kiefer marca uma tour da banda pela Europa e resolve ir como empresário. Se por um lado o trabalho é um pouco de terapia ocupacional, por outro lado sua fama ajuda a banda a promover e encher alguns shows. Vale para ver Jack Bauer se na intimidade e caindo no rock e também para conhecer a banda.
Curiosamente, a próxima data de show de Rocco anunciada no seu myspace é exatamente no mesmo Borderline de Londres onde a tour começou.
Matéria de 1978 do Fantástico sobre a explosão do Punk Rock lá fora, com direito a previsões sobre as possibilidades do movimento no Brasil. Imperdível. “Porque o punk é, antes de tudo, violento”.
Mesmo já tendo se apresentado por aqui no hypeadíssimo TIM Festival, Mike Skinner e seu The Streets até agora não decolou no Brasil. Enquanto isso, na sua Inglaterra natal, o sucesso é absoluto, ainda mais depois (ou a partir) do estouro da balada “Dry Your Eyes”. Kate Nash menciona outro hit do Streets em “Foundations”, quando fala que os amigos do personagem são fitter (o jeito Streets de dizer “gostosa”), mesma referência utilizada no filme “No Reservations” (com Catherine Zeta Jones, que passou aqui com algum nome genérico que me escapa agora). Atualmente Mike trabalha no quarto disco e faz o “Beat Stevie”.
“Beat Stevie” é um videolog, ou um programa de TV para Internet, como ele às vezes prefere. Como programa de TV, até apresenta um bom acabamento, com direito a microfone personalizado e logotipo no canto da tela. O lado videolog transparece nos altos e baixos de qualidade dos episódios (já foram 24). No último ele inclusive bate um papo de backstage com o Queens of the Stone Age. No anterior, foi até Praga acompanhar a gravação das cordas do próximo disco. Confira abaixo edição mais recente e aproveite para tentar seu sotaque britânico. Antes, pros que não tiverem muita paciência pra enrolação de “Beat Stevie”, o clipe da tal “Dry Your Eyes”, que ia ter a participação de Chris Martin (Coldplay), mas a gravadora dele proibiu.
Ficou em alguma coluna anterior a promessa de um post quando aparecesse o trailer de Lost que está passando nos cinemas lá fora antes de Bewolf. Mas o trailer era tão sem sal que nem valia muito o trabalho. Agora, esse vídeo abaixo, disponibilizado pela ABC hoje, isso sim é de fazer parar as máquinas.
Lost volta lá fora dia 31 de Janeiro, e se a greve dos roteiristas não acabar logo só serão exibidos oito episódios nessa temporada. Segundo os produtores, até faz algum sentido (é exatamente metade do planejado). O problema é que eles, sabedores das reclamações dos fãs sobre a série lançar muito mais perguntas que respostas, resolveram equilibrar as coisas nessa quarta temporada. Só que as respostas vinham todas na segunda metade. Lá vamos nós de novo…